De MEI para ME: quando e como migrar
O Microempreendedor Individual (MEI) é uma ótima porta de entrada para a formalização, mas tem limites — de faturamento, de número de funcionários e de atividades permitidas. Quando o negócio cresce, migrar para Microempresa (ME) costuma ser o próximo passo natural.
Sinais de que é hora de migrar
- Faturamento anual próximo ou acima do limite do MEI (R$ 81.000,00)
- Necessidade de contratar mais de um funcionário
- Vontade de exercer atividades não permitidas para o MEI
- Necessidade de emitir notas fiscais em volume ou valor que o MEI não comporta bem
O que muda na prática
- Tributação: passa a recolher impostos pelo Simples Nacional (ou outro regime), calculados sobre o faturamento real, e não mais uma guia fixa mensal.
- Obrigações acessórias: aumentam — contabilidade obrigatória, mais declarações e controles.
- Limite de faturamento: sobe para até R$ 360.000,00/ano como ME.
- Contratação de funcionários: possibilidade de ampliar o quadro conforme a necessidade do negócio.
A migração em si costuma ser simples do ponto de vista burocrático, mas o planejamento tributário e a organização contábil se tornam mais importantes a partir desse momento. A FJL acompanha esse processo de ponta a ponta, incluindo a análise do melhor regime tributário para o novo porte da empresa.
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